
Acampadas pela habitação chegam a Lisboa e há novo protesto nacional a 14 de novembro
Os movimentos Casa para Viver e Porta a Porta marcaram protestos para 14 de novembro, no Porto e em Lisboa.
Programas públicos de habitação em Portugal, como o "1.º Direito" e as metas do PRR.
Esta secção acompanha os programas públicos de habitação em Portugal, como o "1.º Direito" e as metas associadas ao Plano de Recuperação e Resiliência, incluindo o número de casas entregues, os prazos definidos pelo Governo e o financiamento envolvido. Estes números resultam, na maioria dos casos, de anúncios do próprio Governo sobre metas próprias, não de auditorias externas independentes, e essa distinção é sempre indicada. Acompanhamos também iniciativas municipais, como a cedência de terrenos para construção de habitação pública, e a forma como estes programas se cruzam com o défice habitacional identificado pelo Banco de Portugal. O objetivo é acompanhar, ao longo do tempo, se as metas anunciadas estão a ser cumpridas.

Os movimentos Casa para Viver e Porta a Porta marcaram protestos para 14 de novembro, no Porto e em Lisboa.

Os sorteios estiveram três meses suspensos. A Câmara diz que a pausa não resultou de qualquer decisão judicial.

As rendas pagas pela BragaHabit vão de 325 euros num T0 a 875 euros num T5. A empresa municipal garante o pagamento e a gestão dos inquilinos.

O programa arrancou em 2020 com casas reabilitadas e o modelo de arrendar para subarrendar. A Ageas vai investir 18 milhões em 124 casas.

Através do programa "1.º Direito", o número de casas entregues supera a meta original de 26 mil, com mais 12 mil em obra avançada.

A antiga Fábrica Confiança dá lugar a 786 camas geridas pela Universidade do Minho, com rendas desde 94 € para bolseiros.