Os protestos pela habitação que começaram no Porto a 10 de outubro chegaram a Lisboa. A 17 de outubro, ao fim da tarde, foi montado um acampamento no Rossio, depois da manifestação da CGTP contra o aumento do custo de vida.
No Porto, a Praça D. João I tem sido palco de acampadas e assembleias populares contra a subida dos preços das casas e das rendas. A 17 de outubro, houve também manifestações em Coimbra, no Funchal e em Faro.
14 de novembro
Os movimentos Casa para Viver e Porta a Porta marcaram um dia nacional de luta pela habitação para 14 de novembro, com concentrações às 15h00 na Praça do Marquês, no Porto, e na Alameda D. Afonso Henriques, em Lisboa.
Reações
O ministro dos Assuntos Parlamentares, Carlos Abreu Amorim, disse a 16 de outubro que o Governo "não vai ceder aos gritos que vêm da rua". O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, disse olhar para os protestos com "enorme preocupação". O presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, convidou os manifestantes para uma reunião.
